sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

QUAL O SEU POTENCIAL?

Qual seu potencial?

Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.
João 12:24 
No dia áureo em que o Senhor Jesus foi interrompido por André e Felipe que apresentaram os Gregos que queriam ve-lo, Ele nos mostra o princípio da semente tem de morrer para ai sim, dar muito fruto. Na verdade, todos nós temos uma semente dentro de nós que se não morrer não pode fazer brotar uma floresta! Há um potencial adormecido dentro de cada um de nós nesse momento latente, disposto a sair e mudar o mundo, mudar a vida das pessoas sob nossa influencia. Isso nos faz perguntar :

- Por que viemos a esse mundo?
- Já realizamos todo nosso potencial?
- Se não tivessemos nascido o que o mundo perderia?

O Dr. Myles Munroe diz que o lugar mais precioso e rico da face da terra não são as minas de prata e diamentes da Africa do Sul, não é o campo de Gás da Russia, não é o ouro da Inglaterra mas, esse lugar fica a poucas quadras de nossa casa: o Cemitério!
Sim, pois, lá estão enterrados os Livros que nunca foram escritos, as canções que ninguém nunca cantou, as invenções que ninguem nunca viu, as obras de arte, esculturas , pinturas que nenhum artista jamais projetou, todos morreram com seus autores.
Que seria do mundo e da história se Abraão tivesse morrido antes de gerar Isaque? Se Davi tivesse partido antes de escrever os seus 73 salmos? Moises tivesse morrido antes de ver a sarça ardente e receber a Lei? Que seria do mundo se Jesus tivesse sido morto por Herodes antes de realizar o propósito Divino de morrer por todos os pecadores em todas as épocas? Que seria de nós se Miquelangelo morresse antes de pintar a capela sistina? Da vinci antes de pintar a Monalisa? Martin Luther King e Mandela morressem sem lutar contra a discriminação racial e social?
O que seria do Mundo se nós morressemos sem dar nossa contribuição ao ele? Há um potencial tremendo colocado por Deus dentro de voce nesse momento, uma semente, pronta a fazer brotar uma floresta de realizações, criatividade, talento, Dons, ministérios e Poder!
Pense nisso. Deus o Abençoe.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

FESTAS JUDAICAS - O PENTECOSTE/ FESTA DAS SEMANAS

FESTA DAS SEMANAS

História, Cultura Religiosa Judaica.



Entre as festas Judaicas a Festa das Semanas, Primícias ou Pentecostes era uma das festas importantes em Israel, tal como Páscoa, e Expiação (ou Yom Kippur, dia do Perdão). No Slideshare há várias apresentações que desenvolvem melhor o assunto das festas, bem como outras apresentações que contam a História de Israel por períodos. Abaixo compartilhamos o link para baixar uma apresentação sobre a Festa das Semanas! Bom estudo!

http://www.slideshare.net/ricardolbc/historia-de-israel-aula-20-pentecostes?from_search=2

sexta-feira, 28 de junho de 2013

SUMA TEOLÓGICA - THOMÁS DE AQUINO


Caros conforme lhes falei na aula, amo Aquino mas, nem eu sabia que tinha 5 volumes da  Suma Teológica em Espanhol. Se alguém se aventurar na leitura, verá o que eu tentei lhes passar...compartilho aqui ela e em outro link a sua Súmula contra os Gentios em latim e portugues...boa leitura...a Paz



SUMA TEOLÓGICA - AQUINO em ESPANHOL

http://www.4shared.com/folder/Q2e3knGg/AUTORES_CATLICOS_-_AQUINO.html



SUMA CONTRA OS GENTIOS em PORTUGUES E LATIM

http://www.4shared.com/folder/jXv7arbe/SUMA_CONTRA_OS_GENTIOS_-_PORTU.html

quarta-feira, 5 de junho de 2013

TRABALHOS SEGUNDO NORMAS ABNT



Amados,

Acho melhor postar alguns links que ensinam mostrando modelos de trabalhos que seguem as normas ABNT pra que voces possam fazer o de voces sobre os DONS DO ESPÍRITO SANTO.
É só clicar que mostra modelos e como fazer...a Paz...qualquer necessidade me liguem!

MODELO PRONTO PARA SE BASEAR
http://www.slideshare.net/micheligw/modelo-trabalho-na-abnt

VÁRIOS MODELOS PARA VER E BAIXAR
http://www.trabalhosabnt.com/regras-normas-abnt-formatacao



terça-feira, 28 de maio de 2013

PNEUMATOLOGIA - AULA 2 - ANOTAÇÕES



O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Definições de termos, Batismo no Espírito Santo e Salvação são coisas diferentes e sequenciais: Primeiro Salvação operada pelo Espírito Santo e depois Batismo no Espírito como imersão numa nova dimensão de vida espiritual para quem já foi convertido (Ef 1.13)

O Espírito como provedor da mensagem: Há mensagens que o Espírito Santo não coopera com o pregador pois, ora são ininteligíveis, ora não são cristocentricas, não passam pela Cruz!

A Exigencia principal de um líder é ser CHEIO DO ESPÍRITO SANTO. Há muito para falar sobre isso já que a maioria dos líderes não são.

O Espírito Santo e seu poder pelo Batismo nEle são o promotor das missões. Não se pode divorciar, separar Batismo do Espírito e Missões.

Lado negativo: 1. Discriminação para com os irmãos que não são Batizados (casta / elite / homens especiais).
2. Exercício do Batismo em detrimento dos frutos e dons do Espírito. Esses cristãos pensam ser o Batismo no Espírito Santo o alvo da vida cristão e, isso é um erro!

LINK PARA O LIVRO UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO:
http://pt.scribd.com/doc/2951743/UMA-VIDA-CHEIA-DO-ESPIRITO-Charles-G-Finney

Prof.Adilson Benevides

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

John Wesley e os Dons do Espírito Santo



Robert G. Tuttle Jr. *

Há muitos anos, o evangelista Ed Robb, United Metodist, falou de um tempo em sua vida, quando ele acreditou que os dons do Espírito Santo eram exclusivamente para uma época apostólica, não para hoje. Ele está agora convencido de que esta época é a época apostólica e que os dons do Espírito Santo são exatamente tão relevantes hoje, quanto eles foram, nos dias dos primeiros apóstolos.

John Wesley, o fundador do Metodismo, certamente teria concordado. Na sua entrada no Diário, em 15 de Agosto de 1750, quarta-feira, ele escreveu: "Eu fui completamente convencido daquilo que eu, há muito, suspeitava. (1). Que os 'Montanistas' [Doutrina ou seita do século II, fundada por Montano, que afirmava estar próxima a vinda do Espírito Santo à Igreja e a descida da Jerusalém celeste. A seita tomou caráter ascético, condenando segundas núpcias], do segundo e terceiros séculos, eram cristãos verdadeiros e bíblicos; e (2). que a grande razão, porque os dons miraculosos eram tão logo sufocados, não foi apenas porque a fé e a santidade estavam bem perto de serem perdidas; mas porque os homens ortodoxos e estéreis começaram a ridicularizar qualquer que fosse o dom que eles próprios não tivessem, e a depreciá-los, tanto como loucura, quanto como embuste".

Wesley claramente acreditou que os dons do Espírito Santo foram relevantes para a igreja em qualquer época. Ele os definiu. Ele os descreveu. Ele os experimentou. Ele os defendeu.

Embora nunca enfatizasse certos dons, tais como predição de profecia ou línguas e sua interpretação, Wesley lamentou sua perda para os cristãos em geral. Em seu sermão, "O Caminho Mais Excelente", ele escreve: "A causa disto [do declínio dos dons espirituais, seguindo Constantino] não foi (como tem sido vulgarmente suposto) 'porque não houve mais oportunidade para eles', porque o mundo todo se tornara cristão. Este é um engano infeliz; nem a vigésima parte dele era, então, nominalmente cristã. A causa real foi que 'o amor de muitos', quase de todos os cristãos, assim chamados, foi 'se tornando frio'. Os cristãos não tinham mais do Espírito de Cristo do que os outros pagãos. O Filho do Homem, quando ele começou a examinar sua Igreja, dificilmente pôde 'encontrar fé sobre a terra'. Esta foi a causa real, porque os dons extraordinários do Espírito Santo não foram mais encontrados na Igreja Cristã; porque os cristãos se tornaram pagãos novamente, e tiveram apenas uma forma morta restante".

Obviamente, a implicação aqui é que, quando a igreja recupera seu primeiro amor, os dons do Espírito Santo são disponíveis para capacitar suas diversas partes, no ministrar efetivamente dentro de suas próprias esferas de influência. Embora o "caminho mais excelente" seja o caminho do amor, Wesley ainda insistiu que nós podemos 'ansiar sinceramente' por tais dons, como o do evangelismo, para "sondar o coração descrente"; ou o dom do conhecimento, para entender a providência e a graça de Deus; ou o dom da fé "que, em situações específicas... vai muito além do poder das causas naturais".  

Alguns argumentam que Wesley examinou algo ambivalente, algumas vezes, concernente a alguns dos dons mais "extraordinários", quando eles emergiram, no Reavivamento Evangélico do século XVIII (nenhuma dúvida preocupante, com respeito às acusações de "fanatismo" contra o povo chamado Metodista). No entanto, em pelo menos uma ocasião, Wesley defendeu os dons do Espírito. Em uma carta a Conyers Middleton, Wesley definiu, descreveu e defendeu toda a multidão de dons espirituais, incluindo: "(1) Expulsar demônios; (2) Falar novas línguas; (3) Escapar de perigos, nos quais, do contrário, eles deveriam perecer; (4) Curar; (5) Profetizar, predizer coisas; (6) Visões; (7) Sonhos premonitórios; (8) Discernir dos espíritos". Embora a ordem, e até mesmo a menção de alguns "dons", não normalmente associados com os relatos bíblicos (tais como visões e sonhos), possam parecer um tanto quanto estranhos, o fato permanece de que Wesley acreditou que os dons do Espírito Santo não eram apenas importantes, mas também ativos, durante o Reavivamento Evangélico do século XVIII.

Quando Middleton acusou "que o silêncio de todos os escritores apostólicos sobre o assunto dos dons deveria nos dispor a concluir que eles eram, então, introvertidos", Wesley imediatamente respondeu: "Ó, senhor, não mencione mais isto. Eu rogo a você que nunca mencione o silêncio deles novamente. Eles falam alto o suficiente para envergonhar você, por quanto tempo você viva".

"Dom da Cura"

Vamos examinar o dom da cura. Eu freqüentemente tenho dito que não é um pecado ser doente ou morrer. É, no entanto, um pecado para a doença e a morte seguir sem mudança, porque não existe alguém para orar.

Wesley acreditou claramente que o dom da cura penetrou no poder sobrenatural de Deus. Novamente, em resposta a insistência de Middleton de que nunca tinha sido provada a "cura miraculosa", Wesley respondeu: "Senhor, eu entendo bem você. A intenção do argumento é facilmente vista. Ela aponta para o Mestre, assim como para seus servos; e pretende provar que, depois de toda essa conversa, sobre curas milagrosas, nós não estamos certos de que existiu cura, alguma vez, no mundo. Mas isto não causará dano. Porque, embora nós concordemos: (1) Que alguns se recuperam, mesmo em casos aparentemente desesperadores; e (2) Que nós não sabemos, em caso algum, os limites precisos, entre a natureza e o milagre; ainda assim, não se segue, no entanto, que não possamos estar seguros de que nunca houve um milagre de cura no mundo. Para explicar isto, através de exemplo: Eu não sei precisamente, quão longe a natureza pode ir, no restaurar a vista ao cego; ainda assim, eu sei seguramente que, se um homem nasce cego, ele é restaurado na visão, através de uma palavra; e isto não é natureza, mas milagre".   

Tiago 5:14-16 exorta os cristãos a orarem pelo doente, e a ungi-lo com óleo. Certamente é bom saber que Wesley e as Escrituras estão do lado daqueles cuja única esperança para o ministério terreno está no assegurar "as armas com poder divino para demolir fortalezas". (2 Cor. 10:4).

"Expulsar Demônios"
Em um sermão pregado para o texto de (Marcos 1:21-28) "Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, foi ele ensinar na sinagoga. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não tardou que aparecesse na sinagoga um homem possesso de espírito imundo, o qual bradou: Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus! Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Então, o espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele. Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! Então, correu célere a fama de Jesus em todas as direções, por toda a circunvizinhança da Galiléia"; no Seminário Teológico Evangélico, em Garrett, alguns anos atrás, eu lembrei os estudantes de que não era minha tarefa convencer alguém da existência de demônios; o primeiro compromisso deles usualmente cuidava deste assunto. Em vez disto, era minha tarefa ser fiel aos relatos bíblicos, quanto ao poder disponível para "demolir fortalezas", demoníacas ou diferentes. Wesley teria se agradado.
A carta escrita para Conyers Middleton é a mais definitiva afirmação sobre os dons do Espírito Santo (embora escrita, em um estilo de réplica e controvérsia, algumas vezes, confuso). Quanto ao dom de cura, Wesley faz referência tanto à Escritura, quanto à experiência.

Em seu sermão, "Uma precaução contra o Fanatismo", Wesley tenta estabelecer a fase bíblica e teológica para o "expulsar demônios".  Ele escreve: "Com o objetivo de ter uma visão mais clara disto, nós podemos nos lembrar que (de acordo com o relato bíblico), como Deus habita e opera nos filhos da luz, então, o diabo habita e opera nos filhos das trevas. Como o Espírito Santo possui as almas dos homens bons, então, o espírito do diabo possui as almas dos homens maus".

Como ele faz com respeito a todos os dons do Espírito Santo, Wesley responde a Middleton sobre o assunto do "livramento", aberta e claramente: "os testemunhos, concernente a isto são incontáveis, e tão claros quanto as palavras podem torná-los. Mostrar, no entanto, que todos esses significam nada, e que nunca existiu quaisquer demônios expulsos, afinal, nem através dos Apóstolos; nem desde os Apóstolos, (porque o argumento prova a ambos ou nenhum), é uma tarefa digna de você".

Middleton, então, reivindica que "esses que estiveram possuídos do demônio, podem ter estado doentes de doença degenerativa... sintomas comuns de uma epilepsia".  Quanto à "evidência de demônios, falando e respondendo a todas as questões", Middleton simplesmente encolhe os ombros. Ele considera esses, "através das artimanhas da impostura e perspicácia, entre as pessoas interessadas no ato".  A resposta de Wesley é direta: "Não se trata de alguma coisa extraordinária que os homens em ataques epiléticos sejam capazes de tanta artimanha e perspicácia?".

Para a acusação de Middleton, de que até mesmo os antepassados da igreja "foram tanto induzidos por seus preconceitos a dar crédito muito precipitado a essas possessões simuladas, ou levados, através do seu zelo, a apoiar a ilusão que era útil para a causa cristã" (um sentimento não desconhecido hoje), Wesley insistiu que "nenhum desses antepassados tiveram algum escrúpulo em usar do estilo hiperbólico (ou seja, em Inglês claro, de exorcizar) como o escritor eminente declara".

            Quanto a como estes "demônios" poderiam ser dominados, Wesley é inflexível: "Tudo isto, de fato, é obra de Deus. É Deus apenas que pode expulsar satanás. Mas Ele se agradou de fazer isto, através do homem, que diz, então, expulsar demônios em Seu nome, pelo Seu poder e autoridade, como um instrumento em Suas mãos. E Ele envia quem Ele irá enviar para esta grande obra; mas usualmente tal que o homem nunca teria pensado a respeito: Porque 'suas maneiras não são como as nossas; nem seus pensamentos como os nossos'. Assim sendo, ele escolhe o fraco para confundir o forte; o tolo para confundir o sábio; por esta razão clara, para que ele possa assegurar a glória para si mesmo; para que 'nenhuma carne possa gloriar-se a Seus olhos'".

"Falar em Línguas"

Embora não exista registro de que o próprio Wesley tenha falado em línguas, existe evidência de que ele acreditou que este dom do Espírito Santo foi um dom legítimo para a Igreja de qualquer época. Eu ofereço apenas duas citações de sua carta a Middleton.

Em resposta a Middleton, Wesley escreve: "Desde a Reforma, você diz, 'nunca se ouviu ou se pretendeu falar deste dom, através dos próprios Romanistas'. Mas será que ele foi pretendido (se merecidamente ou não), através de algum outro, embora não através dos Romanistas? Ele 'nunca foi ouvido', desde aquele tempo: Senhor, sua memória falha novamente: Ele indubitavelmente foi pretendido, e isto a nenhuma grande distância, quer do nosso tempo ou região. Ouviu-se, mais de uma vez, não muito distante dos vales de Dauphiny. Nem faz cinqüenta anos, desde que os habitantes protestantes desses vales, tão ruidosamente pretenderam este e outros poderes milagrosos, de maneira a causar muito distúrbio à própria Paris. E como foi que o rei da França refutou esta preensão e a impediu de ser ouvida? Não pela pena de seus sábios, mas, através das espadas e baionetas (uma maneira verdadeiramente pagã) de seus soldados".

Quanto à relevância do dom de línguas, para a igreja de qualquer época, Wesley, uma vez mais, responde a Middleton: "Todos esses [dons espirituais] são operados por um e o mesmo Espírito, distribuindo a cada homem individualmente, conforme Sua vontade; assim como para cada homem, também para cada Igreja, cada corpo coletivo de homens;… vendo que Ele, que opera como Ele deseja, pode, com sua [a de Middleton] licença, deixar o dom de línguas, onde Ele dá nenhum outro; e pode encontrar inúmeras razões para fazer isto, quer você e eu os veja ou não. Porque, talvez, não tenhamos sempre conhecido a mente do Senhor; nem sido alguns de seus conselheiros".

Nos podemos concluir este exame das visões de Wesley, sobre os dons do Espírito Santo, com a menção de sua defesa, quanto ao "ressuscitar o morto". Wesley objeta a insistência de Middleton, de que "não existe um exemplo disto [o ressuscitar o morto] a ser encontrado, nos três primeiros séculos".  Wesley cita Irenaeus, o influente bispo de Lion, no século dois: "Isto foi freqüentemente representado nas ocasiões necessárias; quando, através dos grandes jejuns e do reunir a súplica da igreja, o espírito da pessoa morta retornou a ele, e o homem voltou para as orações dos santos". Wesley, então, conclui: "Eu presumo que você queira dizer, que nenhum historiador pagão mencionou isto; porque os historiadores cristãos não foram. Eu respondo: (1) Não é provável que um historiador cristão tivesse relatado tal fato, tivesse ele sabido disto. (2) É igualmente improvável, que ele pudesse saber disto... especialmente considerando (3) que isto não foi designado para a conversão dos pagãos; mas, 'nas ocasiões necessárias', para o bem da igreja, e da comunidade cristã. Por fim: foi um milagre característico, acima de todos os outros, apoiar e confirmar os cristãos, que foram diariamente torturados e assassinados, mas sustentados pela esperança de obter uma ressurreição melhor".

Muitas vezes, os escritos de John Wesley nos lembram que Deus tem investido mais em nosso ministério do que nós. Deus torna o poder disponível (devem existir milhares de dons espirituais), para cada um de nós, para que possamos ministrar efetivamente dentro de nossas esferas de influência. Uma vez que nossas esferas são diferentes, nossos dons são diferentes. Eu não desejo seu dom, e você não anseia pelo meu; mas juntos somos o corpo de Cristo. Que Deus se levante!

Robert G. Tuttle Jr. é:  * professor de evangelismo na E. Stanley Jones School of World Missions and Evangelism at Asbury Theological Seminary in Wilmore, Kentucky.

Wesley é para o presente, futuro, não apenas, passado



Joretta Purdue*

*Purdue é correspondente da United Methodist News Service em Washington.


John Wesley nasceu há 300 anos atrás, mas seu legado vive, no século XXI, de acordo com os presentes, na Convenção Histórica, oferecendo uma variedade de pontos de vista sobre a Fundação do Metodismo. Os escritos de Wesley falam para as pessoas modernas, especialmente, seus pensamentos sobre a fé e o pobre, afirmou Rev. Justo L. Gonzalez, educador e autor de mais de 75 livros.

"As leituras de Wesley, do século XXI, devem ser uma leitura global", Gonzalez disse, aos participantes que atenderam a 50a. Convenção Histórica da United Methodist Church, em 14 e 17 de Agosto. A convocação, mantida, a cada quatro anos, ofereceu uma variedade de perspectivas sobre Wesley, um sacerdote Anglicano que pretendeu renovar a igreja, não encontrando o que, eventualmente, tornar-se-ia denominações diversas. Gonzalez explicou que o as leituras do século XX de Wesley refletiram o ponto de vista Metodista americano ou britânico, embora a teologia Wesleyana tenha se espalhado, mais e amplamente.

"Hoje, o Chile tem 5 milhões de Wesleyanos, numa região de 15 milhões de pessoas", disse Gonzalez. No Brasil, quase 80 milhões dos seus 150 milhões de pessoas têm a religião Wesleyana como herança. "O movimento tornou-se mais policêntrico, do que nunca tinha sido", Gonzalez observou. Embora o Metodismo norte-americano ainda tenha a maioria dos recursos da igreja, ele afirmou que os centros de Metodismo dos Estados Unidos já não mais coincidem com os centros de movimento. Ele afirma que espera ver o Metodismo americano alimentado por esses outros centros no futuro.

Gonzalez tem sido uma mão, nessa mudança. Como editor de 14O. Volume das "Obras de Wesley", na língua espanhola, publicados, em 1996-98, ele não esperava o interesse que ele viu, ao longo de toda a América Latina, ele disse. "O Wesley Metodista Americano será substituído pelo Wesley global", Gonzalez predisse, "e esse Wesley irá dar respostas surpreendentes", através da conexão, entre as suas obras e as experiências de vida dos leitores do século XXI.

"O Wesley global tinha interesse na cultura e religiosidade espanhola, e mesmo em alguns eventos, na América Latina, que foram muito além dos missionários que vieram depois dele", Gonzalez afirmou. Ele notou que Wesley tinha interesses amplos, para um homem do seu tempo, lendo e escrevendo sobre eletricidade, assuntos médicos, e eventos fora da Inglaterra. Ele escreveu contra a escravidão, e contra a independência americana. Wesley é responsável pela liderança doutrinária e teológica, tanto quanto promovendo as linhas duais de trabalhos de devoção e misericórdia, notou Charles Yrigoyen Jr., diretor da Comissão sobre Arquivos e História da United Methodist. Wesley moldou a estrutura da igreja, instituindo a Conferência Anual, criando o ofício de superintendente (agora bispo), designando o mistério itinerante de nosso clero e projetando o conceito de conexão. Gonzalez explicou que para Wesley, a essência da liberdade não era o direito para a representação, mas o direito aos frutos dos próprios trabalhos de alguém.

Seu entendimento da graça preventiva foi muito democrático e igualitário, mas sua doutrina de Deus era hierárquica, Gonzalez acrescentou, citando outras autoridades. "Deus ainda está ativo, na tradição Wesleyana", Gonzalez afirmou. "Nela, Deus ainda está fazendo um trabalho grande e extraordinário!". Essa afirmação, ele disse, explica porque Wesley está agora sendo lido por não-cristãos e pessoas que não são da raça branca, em todas as partes do mundo. "Muitas pessoas estão convencidas de que Deus está trabalhando no mundo, e elas precisam comunicar que acreditam" — ele disse.

"A fé começa com o que Deus está fazendo. Nossa responsabilidade é confiar" — diz Rev. Randy L. Maddox, Paul T. Walls, professor da Wesleyan Theology em Seattle Pacific University. Maddox reafirmou a ênfase de Wesley na salvação como um todo. Wesley entendeu que Deus trata com indivíduos de diferentes maneiras. Ele sentiu que o pensamento racional e a experiência do amor de Deus foram reunidos na salvação, que alguém sentiu perdão, tanto quanto transformação espiritual ou cura, Maddox explicou. Ao experimentar o amor de Deus, Wesley acreditou que o cristão estava livre para amar toda a humanidade.

Ele escreveu que o "Cristianismo é a religião social" que não poderia existir, sem seus membros viverem e conversarem com as outras pessoas, disse Maddox. Ele acrescentou, que Wesley acreditava que a salvação não era apenas para a alma, mas para o corpo, assim como, para a sociedade e toda a criação. "Wesley estava convencido de que todos nós precisamos de apoio e responsabilidade", disse Maddox, observando que Wesley inventou a classe de pequeno-grupo que se encontrava, como um esforço contínuo para satisfazer esta necessidade. Salvação era importante, não apenas, na vida eterna, mas, em como alguém viveu aqui e agora, Maddox refletiu. Wesley acreditou que os "trabalhos de misericórdia eram essenciais para um crescimento equilibrado na semelhança de Deus", disse Maddox.

Rev. Richard P. Heitzenrater, editor geral das "Obras de John Wesley", é creditado como tendo decifrado o código ou estenografia que Wesley usou em seu "Jornal e Diário". Falando sobre: "O Ilusivo Sr. Wesley", o Duque e professor Universitário da história da igreja e estudos Wesleyanos advertiu: "Nós amamos persistir em um erro", mantendo nossos mitos e lendas. "Artistas têm dado a ele um olhar equivocado", Heitzenrater, disse, "e os escritores têm dito e escrito declarações que ele não fez, e ele é reportado como tendo tomado atitudes, e tem hospedado pensamentos e coisas, que ele não fez. Procure pelo Sr. Wesley, em seus próprios escritos, antes de confiar nas construções literárias de seus biógrafos", aconselha Heitzenrater. "Nunca pense que você tem Wesley em sua mente". Heitzenrater, que fala de Wesley, no tempo presente, disse que Wesley vive constantemente na presença de Deus "Ele tem um desejo inato de ser um cristão".

Rev. S T Kimbrough Jr. considera John Wesley iluminado, em comparação e contraste, com seu irmão Charles, como revelado, em notas do editorial inédito de John Wesley sobre os dois volumes das poesias de Charles. Embora Charles desses seus manuscritos, freqüentemente, para John editar, John tinha acesso a esse trabalho apenas depois de ele ter sido publicado. "Charles poderia viver com a linguagem da contradição, mais do que John estava aparentemente preparado a fazer", Kimbrough observou. Para Charles, Deus "é igualmente ocultado e revelado" e a presença e ausência de Deus permanece na tensão criativa. Aquilo que John apagou ou substituiu indica que ele estava preocupado com a linguagem que ele não entendeu, Kimbrough disse. Em diversos lugares, John quis substituir a palavra "pecado" por "ego", e em outros, a palavra "ira", por "ego", mas isso iria mudar o significado, Kimbrough situa. John também quis mudar duas referências da graça "infundada" para "ilimitada", mas Charles estava tentando dizer que o amor mostrado na criação era a obra de Deus, não iniciada por seres humanos. A diferente nuance teria mudado grandemente o que Charles pretendeu, Kimbrough acrescentou. Ainda assim, Kimbrough disse, John e Charles foram igualmente integrais para o desenvolvimento do Metodismo. Eles compartilharam convicções, em um cometimento profundo para a vida de oração e serviço para o pobre, e eles ofereceram aos Metodistas, ao longo dos séculos, uma habilidade de "cantar a fé" e fortalecer-se nela. 

As convocações matutinas dominicais dos serviços de adoração eram uma celebração da Ceia do Senhor, tirada do "Serviço Dominical dos Metodistas na América do Norte", escrita por John Wesley para os residentes, recentemente livres, dos Estados Unidos. Em 1784, Wesley enviou o serviço, junto com um cálice de prata para essa região, para ser usada todos os domingos. Esse serviço e cálice foram usados, no serviço de 17 de Agosto, pelos participantes da convocação. Rev. Heather Murray Elkins adaptou o serviço para o uso contemporâneo e pregou. Carlton R. Young, editor dos hinos da igreja, providenciou a música e o Rev. ST Kimbrough Jr. foi o maestro.

Patrocinadores para a convocação incluíram a Comissão, a Sociedade Histórica da Igreja Metodista Unida; Drew University’s Theological School, biblioteca e Bell Scholarship Fund; Comissão de Jurisdição nordeste sobre os arquivos e História; North American Section, Sociedade Histórica Mundial Metodista; A Sociedade Charles Wesley; e Conselho Mundial Metodista.

Os Frutos do Pentecostes


Depois de uma série de reportagens da Record sobre o suposto "Pentecostalismo", fiquei a pensar que tipo de resposta pode ser dada a questão levantada sobre o suposto "Erro Pentecostal". Tal foi o exagero mostrado na TV que veicularam até um homem imitando um cachorro enquanto "em transe"! Isso, é claro, municiou os nossos irmãos tradicionais a fim de condenar o Pentecostalismo como herético ou Anti - Biblico, tudo, repito, baseado em exageros. Assim, fez John MacArthur Jr. no seu famoso livro Carismáticos. Quero dizer que aquilo demonstrado lá na reportagem não é o Pentecostalismo. O Pentecoste, ou seja, a crença a atualidade dos Dons Espirituais e no exercício, recebimento do Batismo no Espírito Santo, ou segunda benção, tem outros frutos. Os frutos do Pentecoste são:
1-Pasmo, Espanto, Admiração, como Jerusalém se "maravilhou" com aqueles quase 120 crentes cheios do Espírito Santo (At 2.7).
2-Plenitude do Espirito em todos (At 2.4)
3-Outras Línguas (a evidencia do Batismo no Espírito Santo) (At 2.4b)
4-Edificação Pessoal (1Co 14.4)
5-Mudança Total, senão vejamos: O mesmo Pedro que nega a Cristo diante de uma criada (Mt 26.70-71) após o Batismo Pentecostal confessa e prega o Cristo perante uma multidão de Judeus, levando quase 3000 almas a Jesus (At 2.14)
6-É uma promessa de Joel e Jesus (At 2.17)
7-É um Poder necessário, senão Felipe em samaria não solicitaria a ajuda de Pedro e João para que orassem sobre os convertidos samaritanos a fim de receberam tal benção (At 8.14-16)
8-É uma chama (At 2.3).
9-Ousadia (At 4.20)
10-Poder para os Mártires (At 6.8)
11-É uma confirmação da mensagem pregada (At 10.44)
12-É um meio pelo qual a profecia se manifesta (At 19.6)
13-É o poder que tira a Igreja da rotina (At 4.33)
A Igreja do Senhor não compactua, ou defende sob a bandeira do Pentecostes, a desordem do culto (1Co14.40). Qualquer "manifestação" deve ser provada pela palavra de Deus, especialmente 1Co 12 a 14, onde temos os mandamentos do Senhor para cultivar uma vida rica em dons espirituais mas, podando todo exagero ou egoísmo no uso dessas dádivas Divinas. Na definição de Stanley Horton de pentecostalismo vemos o perfeito equilíbrio de deve haver entre o exercicio dos Dons e o julgamento da Biblia: "Em sua maior parte, a Teologia Pentecostal encaixa-se confortavelmente nos limites do sistema evangélico. Por outro lado, os pentecostais levam a sério a operação do Espírito Santo como comprovação da veracidade das doutrinas da fé, e para outorgar poder a proclamação destas. Esse fato leva frequentemente à acusação de que os pentecostais baseiam-se exclusivamente na experiencia. Tal acusação não procede; o pentecostal considera a experiencia produzida pela operação do Espírito Santo acha-se abaixo da Bíblia no que tange a autoridade. A experiencia corrobora, enfatiza e confirma as verdades da Bíblia, e essa função do Espírito Santo é importante e crucial".